Os veteranos marcaram, como não podia deixar de ser, presença na pessoa do director Alberto Leal que entregou uma lembrança em nome deste grupo.
O grupo não poderia deixar passar esta data marcante na vida pessoal e musical deste nosso amigo e por tal participou na cerimónia desta forma demonstrando a grande amizade e companheirismo que o grupo nutre por Durval Festa.
| Entrega da lembrança a Durval Festa. |
| Durval Festa exibe a lembrança recebida. |
Aproveitamos para publicar o cartaz alusivo às comemorações e um breve historial dos 30 anos de carreira musical.
"A carreira musical de Durval Festa, natural de Angra do Heroísmo, teve início aos 10 anos de idade. O Sax-Alto era o seu instrumento de eleição e a Recreio dos Artistas a sua segunda casa.
Passadas três décadas, o maestro, professor de Música e compositor é regente de três bandas filarmónicas e uma orquestra, entre as quais a Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel das Doze Ribeiras que assinala o aniversário do músico no próximo dia 6 de Novembro, no Teatro Angrense, pelas 20h00.
A música tem um lugar especial na vida de Durval Festa ou não indicasse o seu currículo várias e diferentes participações como maestro, professor de Música e compositor em bandas filarmónicas, grupos de folclore e de Reis, marchas populares de São João e danças e bailinhos de Carnaval, ao longo de três décadas que serão agora assinaladas com espectáculo de comemoração no Teatro Angrense.
Da sua carreira musical, Durval Festa destaca o período de transição entre 1980 e 1986, no qual deixou de tocar, após estreia na Sociedade Filarmónica de Instrução da Recreio dos Artistas, para passar a maestro fundador da Filarmónica Nossa Senhora das Mercês, na Feteira, onde manteve funções durante 10 anos.
“Foi uma viragem rápida que me marcou. Tudo começou quase como que uma brincadeira”, considera o músico natural de Angra do Heroísmo, em declarações ao nosso jornal, revelando que, actualmente, tem a seu cargo três bandas filarmónicas e uma orquestra.
A Sociedade Recreio Lajense; Sociedade Recreio da Terra Chã; Filarmónica Rainha Santa Isabel das Doze Ribeiras; e Orquestra Ligeira dos Biscoitos são os grupos que contam com a sua orientação como maestro há tempo suficiente para que, um dia, mais tarde, diz, o legado do seu gesto possa concretizar-se.
“Os ensaios decorrem todos os dias. Há bastantes músicos jovens, mais do que antigamente, e isso é muito positivo porque evita eventuais comportamentos desviantes e permite o convívio e ganho afectivo entre gerações”, destaca ao considerar as bandas filarmónicas verdadeiras “escolas de vida”.
Neste contexto, conta, se o gosto pela música surgiu na sua vida por obra de seu pai e avô, as suas filhas, apesar de crianças, vão demonstrando interesse em seguir as pisadas do progenitor, sendo que a de mais idade encontra-se a frequentar o Conservatório Regional de Angra do Heroísmo (CRAH).
Noutros tempos também Durval Festa frequentou o CRAH e o Curso de Regentes Amadores de bandas Civis da Região, ministrado pelos maestros Aurélio Pinho e Apolinário, mas, no entanto, os primeiros “toques” deve-os ao seu professor e maestro Mário Coelho da Silva e Durval Pereira.
Segundo o maestro, o cenário regional das bandas filarmónicas apresenta-se de forma positiva ainda que reconheça a fraca participação por parte do público em geral.
Para contrariar este facto, diz, a maioria dos grupos optaram há algum tempo por “modernizar” os seus repertórios e cobrar às comissões de festas de freguesia menos dinheiro por actuação, mas, embora o esforço, confessa, as 25 bandas filarmónicas presentemente em actividade na ilha Terceira estão a actuar cada vez menos a cada ano que passa.
“No Verão há as festas religiosas, os bodos de leite e as corridas de toiros e no Inverno fazemos intercâmbios entre as várias bandas”, resume o trajecto local."
Notícia do Jornal A União, um texto de Sónia Bettencourt
Saudações Desportivas

Boa noite! Gostaria de saber se você consegue me dizer se há disponivel o dvd desse evento. Gostaria muito de obtê-lo. Obrigada
ResponderEliminar