segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Elvino Lourenço há 40 anos no jornal " A União "

Continuando uma das missões do nosso blogue, que consiste na informação de momentos marcantes na vida dos nossos colegas, passamos mencionar uma data importante da vida do nosso treinador Elvino Lourenço, que recentemente comemorou 40 anos ao serviço do jornal da nossa Terra " A União ".
No seguimento desta data a redacção do jornal achou por bem realizar e publicar uma reportagem alusiva a este propósito.
Cabe ao grupo desejar as maiores felicidades e sucesso ao nosso colega e Excelentíssimo Treinador e que realize o "seu sonho" de comemorar 40 anos como Treinador.



Elvino Lourenço comandando as suas tropas no jogo contra o Palmelense FC.



 

ALVALADE, a casa onde um dia comandará as suas tropas (onde estão os adjuntos???)




Aproveitamos esta mensagem para vos dar a conhecer o teor da reportagem publicada pelo jornal "A União", transcrevendo-a.



"ONDE APRENDEU TUDO" Elvino Lourenço há 40 anos no jornal "a União"





Começou como tipógrafo aos 11 anos de idade naquele que é o jornal mais antigo da ilha Terceira. Elvino Lourenço, com 51 anos de idade, comemora agora 40 anos ao serviço da casa onde aprendeu tudo o que sabe, não se imaginando a fazer outra coisa.

Tendo, numa fase inicial, trabalhado na composição manual, passando à composição linotype e por último, à composição informática, Elvino Lourenço é actualmente o paginador do jornal “a União”, onde trabalha há 40 anos sempre com a mesma motivação.
Sem hipóteses de continuar os estudos, acabado de sair da escola, começou a trabalhar de aprendiz na tipografia do jornal “a União”, naquela altura, já propriedade da Diocese de Angra e situado na Rua da Palha.
“Trabalhava inicialmente com umas ‘caixas’ onde constavam as letras que seriam tipografadas no jornal e trabalhei com a máquina Intertype, só mais tarde, depois de já ter adquirido a carteira profissional de tipógrafo, é que passei a paginador”, confessa. 
“Na altura a tipografia era uma arte. Era preciso ter carteira profissional de tipógrafo para se trabalhar com as letras. Mantenho a minha até aos dias de hoje”, revela Elvino Lourenço.

Uma vida nas “letras”

Passados 40 anos, Elvino recorda com satisfação o seu percurso pel’ “a União”.
“Era ainda uma criança quando aqui comecei a trabalhar, adaptei-me muito bem ao tipo de trabalho e sempre gostei de todas as funções que desempenhei aqui. Interessei-me plenamente pelo meu trabalho e posso mesmo afirmar que aprendi imenso com muitas das pessoas que por aqui passaram, inclusive muitos deles alguns dos maiores intelectuais da literatura açoriana, nomeadamente o Monsenhor José Machado Lourenço, o Padre Coelho Sousa, Cunha de Oliveira, os vários chefes de redacção como Barcelos Mendes e Pedro de Merelim, entre muitos outros”, destaca.
Na realidade, Elvino Lourenço revela que “a União” funcionou como uma espécie de escola, onde foi aprendendo com todos os que por este jornal passaram.
Durante estes 40 anos, o paginador d’ “a União” recebeu várias propostas de trabalho, inclusive para outras ilhas, muitas delas “bem vantajosas a nível financeiro”, mas
nunca aceitou sair daquele lugar onde aprendeu tudo o que sabe.
Sempre responsável no que respeita ao seu trabalho, o exemplar trabalhador só falha ao seu serviço por motivos de doença e de força maior, tendo consciência que “quando me é impossível vir trabalhar por algum motivo, sei que será outro colega a ser sacrificado para executar as minhas funções”, facto que o incomoda.
Elvino Lourenço narra que pela redacção do jornal só passaram pessoas ambiciosas. “Todos os administradores e chefes de redacção que passaram por este jornal durante estes anos consideravam que havia sempre alguma coisa a melhorar e sempre uma forma de evoluir. Mesmo depois deste jornal ter feito muito por esta ilha em alturas que marcam a nossa história, como o sismo de 1980, em que “a União” foi uma forma de motivação para o povo e para a reconstrução da cidade e de todas as paróquias. Esse é um dos pontos altos deste jornal, que lhe atribui uma relevante importância nas páginas de história da ilha Terceira e na cidade Património Mundial”, defende com orgulho.
Já assistiu à entrada e saída de imensa gente do jornal. No entanto, manifesta que os sentimentos de amizade, compreensão e cumplicidade se mantiveram sempre o mesmo entre todos os membros. “Isso é mais uma motivação para cada dia de trabalho”, sublinha.
“Para se trabalhar nesta área é preciso ter gosto, não é um trabalho fácil, mas com vontade tudo se faz e bem feito. Há a necessidade de conhecer a forma de trabalhar dos jornalistas e o que pensam para que o trabalho corra bem”, considera.

Uma aprendizagem que ainda não acabou

Embora a caminhada tenha sido longa, para o paginador ainda há muitos mais degraus a construir. “Há sempre evolução e acredito que ainda irei aprender muito mais aqui. Acredito plenamente que “a União” nunca irá desaparecer, pois a Diocese sempre fez chegar a sua mensagem a todo o lado através deste meio, o que faz com que este seja valioso para a Diocese. Este jornal já passou por imensas crises, mas sempre conseguiu recuperar e resolver da melhor forma os problemas. Até me lembro das manifestações que tivemos à porta no 25 de Abril de 1974 que ultrapassámos rapidamente. Tenho a certeza de que será sempre assim”, diz confiante.
Hoje, com as novas tecnologias, “embora pareça que não, as dificuldades aumentam para um jornal como o nosso, pois a informação é de mais rápido e fácil acesso. Mesmo assim, “a União” tem conseguido entrar nesta onda de globalização e tem feito o seu papel da melhor forma que pode e sabe” assume. 
Para tantos anos de trabalho e de aprendizagem, Elvino revela que o segredo está em ser optimista. “Sou optimista acima de tudo e sempre! Adapto-me bem a todo o ambiente e dou-me bem com toda a gente, tentando compreender a forma de trabalhar de cada um. E tinha de ser mesmo assim, pelo número de pessoas com diferentes formas de ser com quem já trabalhei aqui”, confessa.
Embora não seja um homem de expressar muito o que sente, Elvino afirma que “a União” sempre funcionou e continua a funcionar como uma família. Depois de um simples gesto feito pelos colegas de trabalho de modo a marcar esta data especial, o paginador confessa que esse gesto é o reflexo daquilo que sempre foi “a União”.
“Fiquei muito satisfeito, foi um gesto bonito que me marcará sempre com certeza e que me dá muita mais força e motivação para continuar na grande família que é “a União”.




Ana Isa Cabral

Saudações Desportivas

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Comemoração dos 30 Anos de Carreira Musical do Nosso Colega Durval Festa

No passado dia 06 de Novembro realizou-se no Teatro Angrense a comemoração dos 30 anos de carreira musical do nosso colega e amigo Durval Festa.
Os veteranos marcaram, como não podia deixar de ser, presença na pessoa do director Alberto Leal que entregou uma lembrança em nome deste grupo.
O grupo não poderia deixar passar esta data marcante na vida pessoal e musical deste nosso amigo e por tal participou na cerimónia desta forma demonstrando a grande amizade e companheirismo que o grupo nutre por Durval Festa. 


 Entrega da lembrança a Durval Festa.

Durval Festa exibe a lembrança recebida.

Aproveitamos para publicar o cartaz alusivo às comemorações e um breve historial dos 30 anos de carreira musical.




"A carreira musical de Durval Festa, natural de Angra do Heroísmo, teve início aos 10 anos de idade. O Sax-Alto era o seu instrumento de eleição e a Recreio dos Artistas a sua segunda casa.
Passadas três décadas, o maestro, professor de Música e compositor é regente de três bandas filarmónicas e uma orquestra, entre as quais a Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel das Doze Ribeiras que assinala o aniversário do músico no próximo dia 6 de Novembro, no Teatro Angrense, pelas 20h00.

A música tem um lugar especial na vida de Durval Festa ou não indicasse o seu currículo várias e diferentes participações como maestro, professor de Música e compositor em bandas filarmónicas, grupos de folclore e de Reis, marchas populares de São João e danças e bailinhos de Carnaval, ao longo de três décadas que serão agora assinaladas com espectáculo de comemoração no Teatro Angrense.



Da sua carreira musical, Durval Festa destaca o período de transição entre 1980 e 1986, no qual deixou de tocar, após estreia na Sociedade Filarmónica de Instrução da Recreio dos Artistas, para passar a maestro fundador da Filarmónica Nossa Senhora das Mercês, na Feteira, onde manteve funções durante 10 anos.

“Foi uma viragem rápida que me marcou. Tudo começou quase como que uma brincadeira”, considera o músico natural de Angra do Heroísmo, em declarações ao nosso jornal, revelando que, actualmente, tem a seu cargo três bandas filarmónicas e uma orquestra.

A Sociedade Recreio Lajense; Sociedade Recreio da Terra Chã; Filarmónica Rainha Santa Isabel das Doze Ribeiras; e Orquestra Ligeira dos Biscoitos são os grupos que contam com a sua orientação como maestro há tempo suficiente para que, um dia, mais tarde, diz, o legado do seu gesto possa concretizar-se.

“Os ensaios decorrem todos os dias. Há bastantes músicos jovens, mais do que antigamente, e isso é muito positivo porque evita eventuais comportamentos desviantes e permite o convívio e ganho afectivo entre gerações”, destaca ao considerar as bandas filarmónicas verdadeiras “escolas de vida”.

Neste contexto, conta, se o gosto pela música surgiu na sua vida por obra de seu pai e avô, as suas filhas, apesar de crianças, vão demonstrando interesse em seguir as pisadas do progenitor, sendo que a de mais idade encontra-se a frequentar o Conservatório Regional de Angra do Heroísmo (CRAH).

Noutros tempos também Durval Festa frequentou o CRAH e o Curso de Regentes Amadores de bandas Civis da Região, ministrado pelos maestros Aurélio Pinho e Apolinário, mas, no entanto, os primeiros “toques” deve-os ao seu professor e maestro Mário Coelho da Silva e Durval Pereira.

Segundo o maestro, o cenário regional das bandas filarmónicas apresenta-se de forma positiva ainda que reconheça a fraca participação por parte do público em geral.

Para contrariar este facto, diz, a maioria dos grupos optaram há algum tempo por “modernizar” os seus repertórios e cobrar às comissões de festas de freguesia menos dinheiro por actuação, mas, embora o esforço, confessa, as 25 bandas filarmónicas presentemente em actividade na ilha Terceira estão a actuar cada vez menos a cada ano que passa.

“No Verão há as festas religiosas, os bodos de leite e as corridas de toiros e no Inverno fazemos intercâmbios entre as várias bandas”, resume o trajecto local."
  Notícia do Jornal A União, um texto de Sónia Bettencourt
Saudações Desportivas

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Torneio da Pascoa da Terra Chã 2011

Boa tarde amigos,
Já estamos em condições de adiantar que, no nosso primeiro torneio a realizar no próximo ano por ocasião da Páscoa, vamos ter como participantes os nossos amigos da Golpilheira ( Continente ) e os veteranos São Mateus ( Terceira ) . 
Em breve daremos a informação do programa. 

Saudações Desportivas.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Torneio da Páscoa 2011.

Boa tarde amigos,
Os veteranos da Terra Chã vêm informar os nossos seguidores que no próximo ano entre os dias 14 a 17 de Abril de 2011 vai-se realizar o 1º Torneio da Páscoa.
Temos já confirmado a participação da equipa do Continente do C.R. Golpilheira ( Batalha ), estando a aguardar a confirmação das restantes equipas da nossa ilha, do qual em breve informamos.

Saudações Desportivas.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Jantar de Natal 2010

A direcção dos Veteranos informa os nossos amigos e seguidores que vai realizar-se o jantar de natal no dia 11 de Dezembro de 2010 pelas 19:30 na Sociedade Musical Recreio da Terra Chã.
Saudações Desportivas.

Torneio Encerramento da Temporada do C.R. Golpilheira

Boa tarde, após terminadas as conversações com os nossos amigos da Golpilheira, podemos avançar que a nossa equipa vai participar no torneio de encerramento de temporada que decorrerá no fim de semana de 02/07/2011 na Golpilheira. 
Dentro de dias vamos dar mais informações sobre a nossa deslocação bem como os próximos eventos que iremos realizar. 
Saudações Desportivas.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Festa da Castanha

No fim de semana de 30 e 31 de Novembro de 2010, realizou-se na nossa freguesia mais uma Festa da Castanha, onde a nossa equipa se instalou com a celebre Tasca dos Veteranos, tendo um enorme sucesso junto das gentes da terra.
Usando um atractivo e inovador Slogan para as Famosas Fresca, que resultava do toque da sirene que quando tocava as Cervejas nos 2 minutos seguintes era mais barata..... Um marketing inovador.
Os festejos tiveram um enorme sucesso bem como a nossa tasca, continuando o nosso projecto de angariação de fundos para a digressão do próximo ano que em breve iremos revelar, pois estamos a ultimar os detalhes e as datas.
Passamos a mostrar algumas das fotos da nossa tasca.
Saudações Desportivas